O uso de metais mais leves na fabricação de automóveis, entre eles o alumínio, é uma tendência mundial. Esse foi o tema da Semana de Engenharia 2011, realizada na Faculdade de Engenharia Industrial – FEI, e que reuniu centenas de estudantes além de docentes da FEI e da UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto.

Um dos temas do evento, “Desafios e Vantagens do Alumínio em Componentes de Carrocerias de Automóveis”, versou sobre a crescente tendência do uso do alumínio – tanto em peças fundidas quanto na aplicação de chapas – na fabricação de automóveis. Ayrton Fillet, coordenaor do do Comitê de Mercado e Transportes da Assoc. Brasileira de Alumínio, discorreu sobre a tendência crescente no uso de chapas de alumínio para fechamento dos veículos, como portas, capôs, bagageiros e paralamas, em países da Europa e nos Estados Unidos, onde existe legislação rigorosa que prevê a redução de emissões de gases de efeito estufa.

O alumínio tem sido usado frequentemente na substituição de itens antes fabricados em aço ou mesmo metal fundido. Atualmente, blocos de motores e chapas já são construídos totalmente em alumínio, um metal não ferroso que se mostra leve e com inúmeras vantagens em relação a outros metais. “Além do caráter sustentável do metal, o alumínio garante aos projetos automotivos rigidez, segurança e desempenho semelhante ou superior aos projetos desenvolvidos em aço”, disse Fillet.

A indústria brasileira de autopeças registrou até setembro de 2011 um crescimento médio de 10,9% em faturamento frente ao mesmo período do ano passado. De acordo com o Sindicato da Indústria Nacional de Componentes para Veículos Automotores, o bom momento da indústria automotiva também puxou o crescimento de outros setores associados como o metalúrgico e o de fundição.

No entanto, de acordo com os analistas do setor, esse crescimento dará lugar a um momento de estabilidade, uma vez que as montadoras já anunciaram férias coletivas para reduzir os grandes estoques de automóveis. Este reflexo deve ser sentido de forma imediata, de acordo com o Sindipeças, uma vez que o atendimento direto às montadoras representa 63,9% do faturamento na indústria de autopeças.

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A produção de aço no Brasil chegou a 2,8 milhões de toneladas do metal bruto em setembro, um crescimento de 3,6% se comparado com o mesmo período de 2010.

Com isso, a produção em 2011 já totalizou 26,7 milhões de toneladas de aço bruto até o mês passado, um crescimento de 7,3% se comparado com mesmo período do ano passado. Essa elevação na produção de aço mostra o fôlego da industria de transformação, uma vez que o aço é usado em grande escala na indústria metalúrgica, tanto na produção de máquinas e implementos, quanto de produtos manufaturados como automóveis, eletrodomésticos e utensílios.

Segundo dados anunciados essa semana pelo Instituto Aço Brasil (IABr), a produção de laminados atingiu 2 milhões de toneladas em setembro, alta de 2,2% na comparação com o mesmo período de 2010. O aço laminado também é um importante insumo da construção civil e do setor automotivo. Já as vendas internas tiveram um aumento de 4,1%, ou seja, contou com a comercialização de 1,8 milhão de toneladas de produtos, aumento de 1% no acumulado do ano. Esse valores são calculados a partir da soma das vendas diretas das empresas produtoras de aço e das importações de distribuidores e consumidores.

De acordo com o Instituto, a elevação teve um desempenho dentro do esperado, uma vez que a indústria vinha se recuperando da crise de 2008, até que um novo ciclo de perdas desacelerou a indústria em todo o mundo. Agora a tendência, segundo o IABr é um crescimento sustentado, mas em ritmo mais lento que o verificado no início da década.

Fonte: InfoMoney e Brasil Econômico

METALURGIA

Segundo previsão do comitê de Estudos Econômicos da World Steel Association (WSA), divulgada essa semana em Paris, os países emergentes e em desenvolvimento ganharam força no consumo mundial de aço a partir da crise financeira de 2008. O Brasil, Índia e China (que fazem parte do chamado Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) entram nas economias em expansão com o montante de 44% superior aos países desenvolvidos como União Europeia, EUA e Japão.

A WSA reúne 170 fabricantes de aço que fazem 85% do total produzido no mundo. Sendo assim, as projeções do comitê da associação para 2012 dos países emergentes e em desenvolvimento vão responder por 73% da demanda mundial de aço, ante a participação de 61% em 2007.

A China é a maior em consumo de aço no mundo e deve alcançar neste ano 1,4 bilhão de toneladas, aproximadamente 1,47 bilhão em 2012. Os cincos países dos Brics, crescerão em níveis de 7,2% e 6,4% nos dois anos, conforme a análise da WSA.

Já a região da América do Sul e Central, que tem maior foco no Brasil, sai de um aumento de 4,7% em 2011, para 9,8% em 2012. Com isso, o consumo atingiria recorde de 52,4 milhões de toneladas do aço, ou seja, quase 28% acima do patamar de 2007, ano anterior a crise global.

Fonte: UOL Economia

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Em agosto, a produção de aço bruto no Brasil teve um aumento de três milhões de toneladas. O resultado representa um crescimento de 1,4%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Em relação aos laminados, a produção no mês atingiu 2,1 milhões de toneladas, com acréscimo de 3,5% sobre igual período de 2010.

Diante desses resultados, a produção acumulada em 2011 totalizou 23,9 milhões de toneladas de aço bruto e 17 milhões de toneladas de laminados, uma alta de 7,8% e queda de 3,1%, respectivamente.

Em agosto, as vendas internas registraram 1,8 milhão de toneladas de produtos siderúrgicos, alta de 4% se comparado com o mesmo mês de 2010. Já as vendas acumuladas em 2011 somam 14,5 milhões de toneladas. As exportações de produtos siderúrgicos no mês alcançaram 1.042 toneladas no valor de US$ 833 milhões.

O volume das importações registrou 367 mil toneladas, o que equivale a US$ 450 milhões totalizando 2,5 milhões de toneladas de produtos importados em 2011. Já o consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em agosto foi de 2,1 milhões de toneladas, com queda de 6,3%.

Fonte: Agência Estado, Diário do Grande ABC e Brasil Econômico

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O consumo brasileiro de produtos transformados de alumínio somou 693,5 mil toneladas, nos primeiros seis meses de 2011, volume 13,2% superior ao registrado no mesmo mês de 2010, segundo dados divulgados essa semana pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Até o final deste ano, a entidade considera um consumo de 1,417 milhão de toneladas, o que representará aumento de 9,1% sobre 2010.

De acordo com a Abal, as vendas externas do setor no primeiro semestre do ano chegaram a US$ 2,064 bilhões, valor que inclui exportações de bauxita, alumina e alumínio. Já as importações, somaram US$ 829 milhões. A associação prevê que as exportações alcancem US$ 4,450 bilhões e as importações, US$ 1,524 bilhão, durante todo o ano de 2011.

Fonte: Estadão

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A produção de aço bruto no Brasil registrou crescimento de três milhões de toneladas em junho, o que representa um aumento de 3,9% se comparado com o mesmo período de 2010. Segundo o Instituto Aço Brasil (IABr), em relação aos aços laminados, um subproduto do aço bruto, a produção chegou a 2,1 milhões de toneladas, uma queda de 8,4% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esse número mostra que segue forte o ritmo de exportação da matéria prima enquanto o produto manufaturado nacional está em queda no mercado internacional.

Com esses resultados, a produção totalizou nos seis primeiros meses de 2011 cerca de 17,7 milhões de toneladas de aço bruto e 12,8 milhões de toneladas de laminados, um crescimento de 8,2% e queda de 2,2%, respectivamente, sobre o mesmo mês de 2010.

Já no comércio, as exportações de produtos siderúrgicos atingiram um milhão de toneladas no valor de US$ 810 milhões. Com esse resultado as exportações em 2011 somaram 5,6 milhões de toneladas e US$ 4,3 bilhões, um aumento de 32,7% em volume e 69,2% em valor em comparação ao mesmo período do ano passado.

Com informações do jornal Brasil Econômico

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O Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não-ferrosos de São Paulo (Sindicel) divulgou um estudo que indica que 88% dos entrevistados apostam em um crescimento das vendas em 2011. Desses, 63% acreditam em um aumento superior a 10% de crescimento. Já para 13% dos entrevistados as vendas devem sofrer retração de até 10% durante o ano.

O levantamento indica que 75% das companhias que acreditam em um incremento das vendas já no segundo trimestre de 2011, sendo que 31% apostam em um crescimento superior a 10% e 44% esperam acréscimo de até 10%. Para 19% dos empresários as vendas devem manter o mesmo nível do ano passado e os outros 6% enxergam probabilidade de retração. O cobre é um dos principais insumos da indústria de eletrônicos de alta tecnologia, tubulação hidráulica (água e incêndio) e cabeamento.

Segundo Sérgio Aredes, presidente do Sindicel, mesmo com a pressão inflacionária, a desaceleração econômica e a volatilidade das commodities no mercado internacional, as empresas produtoras de cobre estão otimistas em relação às vendas no segundo semestre.

Fonte: Valor Econômico

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Depois do grande crescimento das empresas de siderurgia e metalurgia na China, o governo de Shangai emitiu um documento que pede às empresas do país que se modernizem para atender a alta demanda por produtos de maior valor agregado. De acordo com o Ministério, é preciso mudar o foco de algumas indústrias do setor, acostumadas a atender a demanda antiga por produtos fundidos ou manufaturados de forma mais simples, para produtos que exigem maior tecnologia, e assim atender a indústria chinesa, que cresce cerca de 10% ao ano.

O documento foi enviado para as 2.255 empresas que processam metais na China, sendo mais de 31,2 milhões de toneladas de ferro e 27,9 milhões de toneladas de aço. A China também é capaz de produzir 59 milhões de toneladas de minério de ferro, além de 425 mil toneladas de cobre e 338 mil toneladas de zinco. Toda esta demanda ainda não é capaz de atender o mercado interno, e por isso a China importa metais em estado bruto e também produtos manufaturados principalmente da África, Índia, Chile e Brasil.

Com informações do jornal DCI

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A produção brasileira de aço bruto registrou um aumento de 9% entre janeiro e maio de 2011, chegando a 14,8 milhões de toneladas. Segundo o Instituto Aço Brasil (IABr), só em maio a produção de aço bruto nacional aumentou 3,3 milhões de toneladas, um aumento de 14,7% se comparado a maio do ano passado e de 9,6% sobre abril deste ano.

A produção de laminados chegou a 10,8 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2011, um acréscimo de 5,2% sobre abril. De acordo com o IABr, as vendas de produtos siderúrgicos no mercado interno atingiram em maio dois milhões de toneladas, um avanço de 3,9% quando comparado ao mesmo mês de 2010.

Já nas exportações, o instituto constatou avanço no acúmulo entre os cinco primeiros meses tanto em volume (33,4%), como em valor (71,4%). Com esse número que cresce a cada dia, o Brasil já exporta aço para mais de 100 países, além de se destacar nos setores de construção civil, automotivo, bens de capital, máquinas e equipamentos (incluindo Agrícolas), utilidades domésticas e comerciais.

Com informações do portal Exame

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